Escaneamento de Rede Local com Agente por 13 Dólares: Uma Análise Detalhada
Descubra como um agente de IA, utilizando um conjunto de habilidades específicas, realizou um escaneamento de rede local, identificando vulnerabilidades e riscos de segurança de forma eficiente e econômica.
MundiX News·04 de junho de 2026·8 min de leitura·👁 15 views
A terceira parte da série sobre as habilidades de segurança do Hermes Agent explora o escaneamento de redes locais. Nas edições anteriores, abordamos como o agente realiza pentests em aplicações web e analisa logs de NGFW. Agora, o foco é em uma rede local, repleta de dispositivos variados, desde impressoras antigas até BMCs em segmentos de rede de convidados. O artigo detalha o processo, as habilidades escolhidas pelo agente para a tarefa e por que seu plano de ação foi superior ao que um profissional humano poderia conceber.
O processo começou de forma inesperada. Ao invés de iniciar imediatamente o escaneamento, o agente, alimentado pelo Opus 4.8, parou para elaborar um plano. Ele analisou mais de 700 habilidades de segurança disponíveis, avaliou a tarefa e propôs uma estratégia clara: identificar a habilidade principal, as complementares e a ordem de execução. A escolha principal foi devops:vulnerability-scan, focada em escanear hosts e aplicações web em busca de vulnerabilidades. Habilidades complementares incluíam scanning-network-with-nmap-advanced para reconhecimento aprofundado, performing-vulnerability-scanning-with-nessus e implementing-vulnerability-management-with-greenbone para scanners completos com bases de CVE, e auditing-firewall-rules para auditoria de perímetro. O plano proposto, que incluía reconhecimento, busca por vulnerabilidades, análise de aplicações web e geração de relatório, foi submetido para aprovação, demonstrando uma abordagem metódica e inteligente, raramente vista em ferramentas automatizadas.
A utilização de múltiplas habilidades, em vez de uma única, foi crucial para gerenciar o contexto. O Hermes Agent emprega um mecanismo de progressive disclosure, onde o agente visualiza apenas descrições curtas das habilidades, carregando as instruções completas apenas quando necessário. Isso otimiza o uso de recursos e evita a sobrecarga de informações. Na prática, cada habilidade utilizada cobriu uma parte específica da kill chain de segurança: scanning-network-with-nmap-advanced para reconhecimento inicial, devops:vulnerability-scan como núcleo da tarefa, web-pentest para aplicações web, auditing-firewall-rules para auditoria de perímetro e pdf-reports / patch para a geração incremental de relatórios. O agente selecionou apenas as ferramentas estritamente necessárias, como Nmap e NSE, evitando a necessidade de scanners mais complexos como Nessus e Greenbone, o que resultou em economia de tokens e, consequentemente, no custo de 13 dólares pela operação.
A fase de reconhecimento revelou a topologia da rede, com 18 hosts no segmento de infraestrutura e 32 em um segmento misto. Um segmento isolado, inacessível pelo agente, foi corretamente identificado como uma medida de segurança eficaz. A fase de mapeamento de serviços expôs uma variedade de dispositivos, incluindo gateways Cisco e FortiGate, nós Proxmox VE, um controlador UniFi, dispositivos embarcados com SSH e impressoras antigas. A fase de descoberta de vulnerabilidades, realizada de forma não destrutiva, identificou quatro vulnerabilidades de criticidade Alta, incluindo impressoras com SSLv3 e RC4 (vulneráveis ao POODLE), um BMC exposto em um segmento de rede inadequado, um compartilhamento NFS aberto e SMB com assinatura não obrigatória. Vulnerabilidades de criticidade Média e Baixa também foram encontradas, como Telnet com senhas em texto claro e certificados expirados. O agente se destacou por diferenciar riscos posicionais de vulnerabilidades, identificar falsos positivos e reconhecer configurações seguras como pontos positivos, oferecendo um relatório detalhado e acionável por um custo mínimo.
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A terceira parte da série sobre as habilidades de segurança do Hermes Agent explora o escaneamento de redes locais. Nas edições anteriores, abordamos como o agente realiza pentests em aplicações web e analisa logs de NGFW. Agora, o foco é em uma rede local, repleta de dispositivos variados, desde impressoras antigas até BMCs em segmentos de rede de convidados. O artigo detalha o processo, as habilidades escolhidas pelo agente para a tarefa e por que seu plano de ação foi superior ao que um profissional humano poderia conceber.
O processo começou de forma inesperada. Ao invés de iniciar imediatamente o escaneamento, o agente, alimentado pelo Opus 4.8, parou para elaborar um plano. Ele analisou mais de 700 habilidades de segurança disponíveis, avaliou a tarefa e propôs uma estratégia clara: identificar a habilidade principal, as complementares e a ordem de execução. A escolha principal foi devops:vulnerability-scan, focada em escanear hosts e aplicações web em busca de vulnerabilidades. Habilidades complementares incluíam scanning-network-with-nmap-advanced para reconhecimento aprofundado, performing-vulnerability-scanning-with-nessus e implementing-vulnerability-management-with-greenbone para scanners completos com bases de CVE, e auditing-firewall-rules para auditoria de perímetro. O plano proposto, que incluía reconhecimento, busca por vulnerabilidades, análise de aplicações web e geração de relatório, foi submetido para aprovação, demonstrando uma abordagem metódica e inteligente, raramente vista em ferramentas automatizadas.
A utilização de múltiplas habilidades, em vez de uma única, foi crucial para gerenciar o contexto. O Hermes Agent emprega um mecanismo de progressive disclosure, onde o agente visualiza apenas descrições curtas das habilidades, carregando as instruções completas apenas quando necessário. Isso otimiza o uso de recursos e evita a sobrecarga de informações. Na prática, cada habilidade utilizada cobriu uma parte específica da kill chain de segurança: scanning-network-with-nmap-advanced para reconhecimento inicial, devops:vulnerability-scan como núcleo da tarefa, web-pentest para aplicações web, auditing-firewall-rules para auditoria de perímetro e pdf-reports / patch para a geração incremental de relatórios. O agente selecionou apenas as ferramentas estritamente necessárias, como Nmap e NSE, evitando a necessidade de scanners mais complexos como Nessus e Greenbone, o que resultou em economia de tokens e, consequentemente, no custo de 13 dólares pela operação.
A fase de reconhecimento revelou a topologia da rede, com 18 hosts no segmento de infraestrutura e 32 em um segmento misto. Um segmento isolado, inacessível pelo agente, foi corretamente identificado como uma medida de segurança eficaz. A fase de mapeamento de serviços expôs uma variedade de dispositivos, incluindo gateways Cisco e FortiGate, nós Proxmox VE, um controlador UniFi, dispositivos embarcados com SSH e impressoras antigas. A fase de descoberta de vulnerabilidades, realizada de forma não destrutiva, identificou quatro vulnerabilidades de criticidade Alta, incluindo impressoras com SSLv3 e RC4 (vulneráveis ao POODLE), um BMC exposto em um segmento de rede inadequado, um compartilhamento NFS aberto e SMB com assinatura não obrigatória. Vulnerabilidades de criticidade Média e Baixa também foram encontradas, como Telnet com senhas em texto claro e certificados expirados. O agente se destacou por diferenciar riscos posicionais de vulnerabilidades, identificar falsos positivos e reconhecer configurações seguras como pontos positivos, oferecendo um relatório detalhado e acionável por um custo mínimo.
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