Lançada a Cyberweather: Plataforma para Previsão de Ataques e Interpretação de Riscos Empresariais
Uma nova plataforma, a Cyberweather, promete revolucionar a cibersegurança empresarial ao oferecer previsões de ataques e análise de riscos. A ferramenta avalia não apenas a empresa-cliente, mas todo o seu ecossistema de negócios, identificando vulnerabilidades em parceiros e fornecedores.
MundiX News·24 de junho de 2026·4 min de leitura·👁 1 views
Imagine que você está prestes a tirar férias na praia em alguns dias. Uma doença nesse cenário seria um evento inaceitável, capaz de arruinar todos os seus planos. Para evitar isso, você verifica a previsão do tempo pela manhã, leva um guarda-chuva se houver chuva ou se veste mais agasalhado se o clima esfriar. Além disso, você limita o contato com pessoas doentes para não se contagiar.
Com as empresas e os ciberataques, a situação é bastante semelhante. Cada vez mais, os criminosos agem não diretamente contra a vítima principal, mas através de terceiros que podem "contaminar" o alvo pretendido – como subsidiárias, parceiros ou fornecedores. Portanto, se uma empresa ignora ataques e vazamentos de dados em seus contratados, ela pode sofrer sérios danos ao se tornar o elo final em uma cadeia de invasões.
Como, então, é possível acompanhar a "previsão do tempo cibernético" e identificar perigos em tempo hábil? Foi para isso que a Cyberweather foi criada. A plataforma entrega aos gestores um relatório claro e desprovido de detalhes técnicos excessivos, cujos resultados permitem a tomada rápida de decisões sobre as ações futuras. Acreditamos firmemente nas perspectivas deste produto no crescente mercado de soluções que visam minimizar ataques através de empresas e contratados dependentes. Nos próximos três anos, o volume projetado para este mercado é de 5,5 a 6,6 bilhões de rublos, dos quais planejamos capturar pelo menos 12%.
A principal característica da plataforma é a avaliação contínua de ameaças não apenas para a empresa cliente, mas para todo o seu ambiente de negócios. Vamos supor que um grande varejista implemente a Cyberweather. Nesse caso, a plataforma monitoraria a sede e todas as filiais, inúmeras lojas e armazéns em todo o país, fornecedores, transportadoras, agências de publicidade, empreiteiras de construção – todos com quem o cliente, de alguma forma, se relaciona e trabalha. Uma diferença crucial de nossa plataforma em relação a produtos similares é que ela constrói cenários de ataque relevantes, analisando eventos externos (como vazamentos de dados, explorações públicas, etc.) e cruzando essas informações com dados sobre novas ameaças da PT ESC. Ela monitora simultaneamente as ações dos atacantes (por exemplo, discussões sobre um ataque em chats privados ou a compra de acesso na dark web) e observa o ecossistema de negócios sob a ótica deles, buscando todos os pontos de entrada acessíveis externamente, como um servidor que um dos fornecedores do seu fornecedor esqueceu há muito tempo.
Em seguida, a Cyberweather processa todas essas informações e gera uma previsão, transformando eventos isolados em cenários concretos de desenvolvimento de ataques. Mais importante, ela não apenas informa sobre os riscos, mas também destaca aqueles que podem causar danos reais ao negócio. Além disso, prioriza as ameaças com base em eventos inaceitáveis para a organização, previamente definidos pela gestão. Isso permite tomar decisões mais rápidas e formar um orçamento de cibersegurança de maneira mais eficaz. A frase "Somos muito pequenos para sermos atacados" é a mais cara da história dos negócios. Eles te veem? A Positive Technologies, que lançou a plataforma, está listada na Bolsa de Moscou sob o ticker POSI e compartilha insights sobre investimentos em cibersegurança em seu blog.
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Com as empresas e os ciberataques, a situação é bastante semelhante. Cada vez mais, os criminosos agem não diretamente contra a vítima principal, mas através de terceiros que podem "contaminar" o alvo pretendido – como subsidiárias, parceiros ou fornecedores. Portanto, se uma empresa ignora ataques e vazamentos de dados em seus contratados, ela pode sofrer sérios danos ao se tornar o elo final em uma cadeia de invasões.
Como, então, é possível acompanhar a "previsão do tempo cibernético" e identificar perigos em tempo hábil? Foi para isso que a Cyberweather foi criada. A plataforma entrega aos gestores um relatório claro e desprovido de detalhes técnicos excessivos, cujos resultados permitem a tomada rápida de decisões sobre as ações futuras. Acreditamos firmemente nas perspectivas deste produto no crescente mercado de soluções que visam minimizar ataques através de empresas e contratados dependentes. Nos próximos três anos, o volume projetado para este mercado é de 5,5 a 6,6 bilhões de rublos, dos quais planejamos capturar pelo menos 12%.
A principal característica da plataforma é a avaliação contínua de ameaças não apenas para a empresa cliente, mas para todo o seu ambiente de negócios. Vamos supor que um grande varejista implemente a Cyberweather. Nesse caso, a plataforma monitoraria a sede e todas as filiais, inúmeras lojas e armazéns em todo o país, fornecedores, transportadoras, agências de publicidade, empreiteiras de construção – todos com quem o cliente, de alguma forma, se relaciona e trabalha. Uma diferença crucial de nossa plataforma em relação a produtos similares é que ela constrói cenários de ataque relevantes, analisando eventos externos (como vazamentos de dados, explorações públicas, etc.) e cruzando essas informações com dados sobre novas ameaças da PT ESC. Ela monitora simultaneamente as ações dos atacantes (por exemplo, discussões sobre um ataque em chats privados ou a compra de acesso na dark web) e observa o ecossistema de negócios sob a ótica deles, buscando todos os pontos de entrada acessíveis externamente, como um servidor que um dos fornecedores do seu fornecedor esqueceu há muito tempo.
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